Por algum motivo, eu não consigo ver os posts que escrevo. Acredito que eles não estejam aparecendo para ninguém. Algo muito triste.
Minha sala está querendo marcar um churras para relembrarmos os velhos tempos de facul. Seria tão bom rever aquela galerinha. E olha que tem cada ser. Umas pessoas muito diferentes, loucas e no fundo, todas iguais e normais. Todo dia encontrava com eles e nem percebia o quanto os adorava. Todos até aqueles que eu jurava odiar. Odiar é forte demais. Acho que nunca cheguei a esse ponto. Mas tudo o que eu preciso é reve a galera, conversar, beber, nadar (apesar que se fizermos isso agora, será impossível, já está frio por aqui, finalmente) e namorar. Tudo porque meu namorado continua lá na cidade sem limites e eu aqui, na selva de pedra. Parece que foi ontem que entrei no campus da Unesp_Bauru. Parece que foi ontem que fiquei com a cara pintada. Parece que foi ontem que conheci aquelas pessoas. Que me perguntei o que era semiótica. Que enlouqueci com Descartes, Marx, e tantos outros loucos. Que tomei meu primeiro porre, e foi de segurar portão. Parece que foi ontem que descobri o amor. Que chorei noites e noites por ele. Que me matei de rir com minhas japas-coleguinhas. Que disse adeus para minhas irmãs de apartamento. Apesar da melancolia, adoro relembrar os velhos tempos de ontem.
Minha sala está querendo marcar um churras para relembrarmos os velhos tempos de facul. Seria tão bom rever aquela galerinha. E olha que tem cada ser. Umas pessoas muito diferentes, loucas e no fundo, todas iguais e normais. Todo dia encontrava com eles e nem percebia o quanto os adorava. Todos até aqueles que eu jurava odiar. Odiar é forte demais. Acho que nunca cheguei a esse ponto. Mas tudo o que eu preciso é reve a galera, conversar, beber, nadar (apesar que se fizermos isso agora, será impossível, já está frio por aqui, finalmente) e namorar. Tudo porque meu namorado continua lá na cidade sem limites e eu aqui, na selva de pedra. Parece que foi ontem que entrei no campus da Unesp_Bauru. Parece que foi ontem que fiquei com a cara pintada. Parece que foi ontem que conheci aquelas pessoas. Que me perguntei o que era semiótica. Que enlouqueci com Descartes, Marx, e tantos outros loucos. Que tomei meu primeiro porre, e foi de segurar portão. Parece que foi ontem que descobri o amor. Que chorei noites e noites por ele. Que me matei de rir com minhas japas-coleguinhas. Que disse adeus para minhas irmãs de apartamento. Apesar da melancolia, adoro relembrar os velhos tempos de ontem.
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